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Espaço animal

Nesta farmácia ajudamos a cuidar da saúde dos seus animais! 

 

O Espaço Animal está vocacionado para a saúde e bem-estar dos seus animais, nomeadamente higiene, cosmética, acessórios e alimentação dietética e preventiva.

Na Farmácia Queija Ferreira encontra uma dispensa e aconselhamento profissional de medicamentos e produtos veterinários, onde o farmacêutico e o médico veterinário se complementam. A Farmácia Queija Ferreira está em contacto permanente com dois médicos veterinários, a Dr.ª Carla Aires e o Dr. Carlos Godinho, onde todas as dúvidas podem ser esclarecidas e os problemas resolvidos, porque a saúde dos seus animais também tem lugar na farmácia. 

 

Cães e gatos são muito mais do que animais de companhia, são como membros da família com quatro patas e exigem cuidados básicos que preservem a sua saúde e a daqueles que os rodeiam, adultos e crianças. 

 

Alimentação Animal 

 

A alimentação do seu animal é muito importante para que ele tenha uma vida saudável. Um regime alimentar pobre pode causar uma série de problemas de saúde, como obesidade, complicações renais e digestivas, pois o equilíbrio alimentar do animal está justamente na dosagem precisa de carne, peixe, cereais e legumes de forma a satisfazer as suas necessidades de aminoácidos, glucose, proteínas, minerais e vitaminas, fundamentais para uma vida saudável.

A alimentação tem influência directa nos animais, agindo de forma diferente em cada etapa da sua vida. 

 

Alimentação no cachorro 

 

O crescimento mais rápido na vida de um filhote ocorre nos primeiros meses, e é nesta fase que eles mais necessitam de alimentos ricos em proteína e energia. A proteína encontrada nos alimentos tem muitas funções no corpo, sendo a mais importante fornecer aminoácidos ou sub-unidades de proteína para o crescimento do pêlo, pele, unhas, músculos, tendões, ligamentos e cartilagens. Além disso, a proteína tem um papel fundamental na produção de hormonas. Os ácidos gordos (DHA-Ácido gordo ómega-3) presentes na alimentação são fundamentais para o desenvolvimento neural dos mamíferos, tendo uma função vital no sistema nervoso central e na função da retina. Os cachorros que se alimentam com dietas que possuem níveis elevados de DHA melhoram o seu rendimento e a saúde em geral. Os cachorros devem receber alimentos em pequenas quantidades e fazer entre 3 a 5 refeições diárias. 

 

Alimentação no Adulto/Sénior 

 

As necessidades em nutrientes e energia variam de acordo com a idade, nível de actividade, estado de saúde e raça. Os animais adultos devem receber entre 1 a 3 refeições diárias e uma alimentação adequada à idade. A alimentação dos animais séniores deve ser restrita em sódio e com proteína seleccionada para evitar problemas renais e cardíacos.

As artrites e artroses são problemas associados ao envelhecimento animal, caracterizam-se pela degeneração da cartilagem articular e pela formação de pequenas porções de osso que tornam a superfície articular irregular. Uma dieta rica em ácidos gordos essenciais (ómega-3 e ómega-6) e contendo nutrientes condroprotectores (glucosamina e condroitina) é fundamental para manter articulações e mobilidade saudável. 

 

Alimentação das fêmeas gestantes e em lactação 

 

Nesta fase das fêmeas a sua alimentação têm um carácter muito importante pois estão sujeitas a um elevado desgaste e à necessidade de produção de leite. A alimentação deve ser adequada e com uma composição muito semelhante à alimentação do cachorro, rica em energia e proteínas. Não existe um número de refeições definido devendo praticar-se uma alimentação ad libitum ou seja deixar alimentos à disposição da fêmea para que esta se alimente sempre que necessite. 

 

Higiene Animal 

 

Banho uma vez por mês, esta particularidade não se deve ao facto de os animais não gostarem de água, normalmente eles adoram, no entanto o champô é prejudicial para o equilíbrio dos óleos naturais do pêlo do animal. O perfume do sabão também pode incomodar os animais. Assim, devemos utilizar champô e amaciador formulado para as diferentes espécies animais.

A escovagem regular, como limpeza e remoção do pêlo antigo, mantém em forma o pêlo do animal. Dependendo da raça e do tipo de pêlo, existem utensílios adequados à dureza, textura e longitude do pêlo do animal. Os gatos fazem a higiene diária lambendo-se, ingerindo grandes quantidades de pêlo. Para evitar a formação de bolas de pêlo devem ser administradas pastas específicas com regularidade.

Os nossos animais devem poder desgastar as unhas de forma natural (correr, saltar e brincar), mas por vezes isso não é possível, sendo necessário cortar as unhas evitando que estas se tornem um problema na locomoção ou que se enterrem na pele e criem feridas. Para cortar as unhas é necessário um corta-unhas ou alicate específico para o efeito.

Os animais têm frequentemente remelas nos olhos quando acordam. Devem ser cuidadosamente removidas, de forma a evitar a formação de infecções, utilizando produtos específicos para o efeito.

Uma rotina de higiene das orelhas dos animais permite manter as condições ideais do ouvido, para que mantenha as suas defesas naturais. Retirar frequentemente os pêlos soltos do interior das orelhas, depois do banho ou quando o animal se molha secar-lhe bem as orelhas, caso seja um animal propenso a otites, deve colocar algodão nos ouvidos para que não entre água.

A higiene oral deve fazer parte da rotina diária dos cães, os dentes devem ser lavados uma vez por dia. Ao lavar os dentes deve ter o cuidado de limpar melhor junto à gengiva, já que nos cães a formação de placa é mais preocupante do que a formação de cáries. Deve utilizar pasta de dentes apropriada para cães, já que o dentífrico dos humanos pode causar irritação no estômago dos animais. 

 

Vacinação Animal 

 

Esta é sem dúvida a primeira barreira contra as doenças. Para manter o seu animal saudável é necessário antes de tudo vaciná-lo, é simples e pode poupar a vida do seu amigo. Os cachorros devem iniciar a vacinação às 6 semanas de vida, de acordo com o protocolo estabelecido pelo Médico Veterinário. Na maioria dos casos a primovacinação está completa às 16 semanas, ficando os animais protegidos contra a parvovirose, esgana, tosse do canil, hepatite infecciosa, leptospirose e raiva.

Cães - Início da vacinação às 6 semanas contra a Parvovirose. A vacinção contra a raiva é obrigatória e devem fazer uma revacinação anual.

Gatos - Início da vacinação às 8 semanas e fazem revacinação anual. 


Esta é sem dúvida a primeira barreira contra as doenças. Para manter o seu animal saudável é necessário antes de tudo vaciná-lo, é simples e pode poupar a vida do seu amigo. Os cachorros devem iniciar a vacinação às 6 semanas de vida, de acordo com o protocolo estabelecido pelo Médico Veterinário. Na maioria dos casos a primovacinação está completa às 16 semanas, ficando os animais protegidos contra a parvovirose, esgana, tosse do canil, hepatite infecciosa, leptospirose e raiva.

Cães - Início da vacinação às 6 semanas contra a Parvovirose. A vacinção contra a raiva é obrigatória e devem fazer uma revacinação anual.

Gatos - Início da vacinação às 8 semanas e fazem revacinação anual.

Desparasitação Animal

 

Os animais de companhia podem ser infestados por uma ampla variedade de parasitas, internos e externos, que para além de serem capazes de provocar doença no seu animal, são também passíveis de transmitir doenças aos seres humanos, as chamadas zoonoses.

Entre os ectoparasitas mais importantes encontram-se as pulgas, as carraças, as moscas e os mosquitos. Estes parasitas, para além de causarem desconforto evidente ao seu animal, podem ainda transmitir-lhe agentes causadores de doenças graves, como a Leishmaniose e a Dirofilariose.

O seu cão ou gato pode ainda ser infestado por uma ampla variedade de parasitas intestinais, que podem ser divididos em dois grandes grupos: os nemátodes ou vermes redondos (lombrigas) e os céstodos ou vermes planos (ténias), e também ascarídeos, ancilostomatídeos e tricurídeos. Estes parasitas são capazes de produzir no hospedeiro problemas em grau variável, desde transtornos relativamente pouco importantes a quadros clínicos severos. Desta forma, a desparasitação interna e externa do seu animal de companhia deve ser convenientemente efectuada.

 

Desparasitação Interna

 

Os nemátodes (lombrigas) são os parasitas gastrointestinais mais frequentes e mais importantes do ponto de vista clínico e zoonótico pois constituem um risco para a saúde pública. O combate aos parasitas internos faz-se essencialmente através de medidas profiláticas, em particular através da administração de produtos e medicamentos anti-parasitários. Todos os animais devem ser desparasitados, mesmo aqueles que passam a maior parte do tempo dentro de casa. Todos os cachorros e gatinhos estão infectados com à nascença ou infectam-se na 1ª semana de vida isto porque as cadelas e gatas em gestação estão infectadas pois as formas quísticas são reactivadas com as alterações hormonais e as formas activas passam para o útero e glândula mamária. Assim todas a fêmeas devem ser desparasitadas antes do parto ou obrigatoriamente após este ter ocorrido. Os cachorros e gatinhos devem ser desparasitados a partir dos 15 dias de vida e durante os primeiros 6 meses a desparasitação deve repetir-se de 3 em 3 semanas ou mensalmente até ao desmame que ocorre mais ou menos às 12 semanas. Os animais adultos devem se sujeitos a desparasitação 4 vezes por ano, ou seja trimestralmente, em animais que convivam com crianças e tenham acesso a locais públicos o tratamento deve ser mensal. A dose de desparasitante a administrar depende do peso do animal, da sua idade, condição física ou até do ambiente em que vive e são muitos os desparasitantes existentes no mercado.

Quando se faz a desparasitação dos animais deve fazer-se sempre o controlo do meio ambiente, pois são eliminados pelas fezes os ovos que são as formas infecciosas, ficando agarradas ao pêlo do animal e permanecem no meio exterior. O único desinfectante capaz de eliminar os ovos do meio exterior é a lixívia.

 

Desparasitação Externa

 

Os principais ectoparasitas dos animais são a s carraças, pulgas, piolhos, moscas e mosquitos. Quando se faz a desparasitação interna deve fazer-se também a desparasitação externa e vice-versa, pois ectoparasitas como as pulgas são hospedeiros de alguns parasitas internos. O combate aos parasitas faz-se essencialmente através de medidas profiláticas pela administração de substâncias antiparasitários. Todos os animais devem ser desparasitados com alguma periodicidade. Até aos 6 meses de vida a desparasitação deve ser mensal, a partir daí deve fazer-se de 3 em 3 ou de 4 em 4 meses, dependendo do produto utilizado e das suas indicações. Se o animal não sair à rua e estiver sempre dentro de casa a desparasitação deve fazer-se de 6 em 6 meses. São muitos e variados os desparasitantes existentes no mercado: coleiras, champôs, sprays, pós, comprimidos e spot-on. Quanto ao espectro de acção temos produtos mais específicos para pulgas e carraças, produtos que actuam igualmente contra piolhos e ácaros e outros ainda que actuam como repelentes dos mosquitos e outros insectos. É preciso ter em atenção que existem desparasitantes que podem ser aplicados nos cães mas nunca se utilizam em gatos. Cada produto possui especificidade própria de utilização e aplicação, por isso peça sempre ajuda ao seu farmacêutico. Quando se faz a desparasitação dos animais deve fazer-se sempre o controlo do meio ambiente. Alguns produtos eliminam o parasita mas não as suas formas larvares, como por exemplo nas pulgas, sendo necessário actuar no meio ambiente com produtos inibidores do crescimento.

 

Contracepção nos animais de companhia

 

O controlo da natalidade é uma prioridade para a maior parte dos donos de animais por motivos práticos e também económicos. A contracepção é também a forma mais ética de evitar o abandono e outras situações mais extremas.

 

Contracepção em gatas

 

A altura do primeiro cio nas gatas é variável, dependendo da raça, idade e da época do ano em que nasceu, contudo é expectável que ocorra normalmente entre os 6 e os 9 meses. O período de cios ocorre geralmente durante o inverno, continua na primavera e início do Verão. Quando os animais se encontram sempre em casa, apresentam normalmente cios mais intensos e durante quase todo ano. A quantidade de luz que recebem por dia tem um efeito muito importante na frequência e intensidade da actividade sexual das gatas, não distinguindo estas, a luz natural da artificial. A frequência de cios é muito variável, desde intervalos entre cios de 2 a 19 dias, até gatas que permanecem em cio constante. A fertilidade de uma gata nunca cessa, não ocorrendo menopausa. Durante o período do cio a fêmea tende a comer menos e as suas defesas imunitárias baixam ligeiramente. É um período que se caracteriza pela agitação que o animal apresenta interferindo com o ritmo quotidiano do lar, nomeadamente o miar nocturno. Encontrar um método que controle e previna o cio nas gatas é a melhor forma de assegurar um maior bem-estar para o animal e para todos que o rodeiam. A esterilização da gata é uma solução quando estas não são destinadas à criação. Pode também ser administrada uma pílula específica de acordo com o peso do animal. Normalmente um comprimido por dia de 15 em 15 dias durante o período do cio.

 

Contracepção em cadelas

 

As cadelas são monoéstricas - têm um ciclo éstrico por época reprodutiva, que ocorre em média 2 vezes por ano. Em cadelas de raça pequena ocorre habitualmente entre os 5 e os 7 meses de idade, nas cadelas de raça grande é mais tardio podendo ocorrer entre os 12 e os 18 meses, com uma frequência semestral. Controlar e prevenir o cio nas cadelas é fundamental. Em muitos casos o primeiro ciclo éstrico é imperceptível (cio silencioso). Depois deve ocorrer com intervalos de 6 meses. Deve então iniciar a administração da pílula um mês antes da data prevista para o início do cio, durante 32 dias. A dose a administrar depende do peso do animal sendo 1 comprimido/10 kg de peso.

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